Carlos André's profileEconomia e FinançasPhotosBlogListsMore Tools Help

Blog


    02 December

    Finanças Públicas

     

    01. (ESAF/AFC/CGU/2000) Em relação à política distributiva dos governos, assinale a opção correta.


    a) É a política que interfere diretamente na composição das mercadorias e serviços, técnicas produtivas e preços relativos.

    b) É a política que busca eqüidade da economia pública.

    c) É a política que diz respeito aos níveis desejados de produção, emprego, preços e equilíbrio do Balanço de Pagamentos, para uma dada capacidade produtiva.

    d) É a política que se baseia diretamente na administração da demanda agregada.

    e) É a política que interfere diretamente na divisão do produto entre o consumo e acumulação.

     

    Gabarito: Letra B

     

    Comentários:

     

    Alternativa A: A política que interfere diretamente na composição das mercadorias e serviços, técnicas produtivas e preços relativos é a política alocativa.
    Segundo Alfredo Filellini (In Economia do Setor Público, São Paulo, Atlas, 1989) a Política Alocativa do Governo interfere na Alocação Intra-setorial e a Alocação Intersetorial dos recursos de uma economia. Quanto à alocação intra-setorial, “o governo adota medidas tendentes a modificar a composição das mercadorias e serviços disponíveis nos setores público e privado; as formas de combinação dos fatores produtivos na produção de mercadorias e serviços e ainda os termos de troca (preços) prevalentes para mercadorias, serviços e fatores de produção, nos respectivos mercados”. Quanto à alocação intersetorial, o governo interfere na alocação do produto da economia entre os setores público e privado.


    Alternativa B: Na política distributiva,conforme leciona Alfredo Filellini (op. cit.), o governo adota medidas tendentes à alterar a distribuição de renda ditada pelo mercado. Segundo sustenta o autor, A intervenção do governo ocorre à medida que o perfil distributivo prevalescente se torna socialmente inaceitável, o que fornece as bases para a dimensão da equidade, justiça social, da economia pública.


    Alternativa C: A política de estabilização ou estabilizadora compreende as medidas adotadas pelo Governo com vista a regular as principais variáveis macroeconômicas: crescimento econômico, inflação, juros e taxa de câmbio.

    Segundo Alfredo Filellini, “as medidas de estabilização dizem respeito – para uma dada capacidade produtiva – aos níveis desejáveis de produção, emprego, preços e equilíbrio no Balanço de Pagamentos, ou seja, as grandes variáveis macroeconômicas, cujo desempenho afeta a economia em uma dimensão nacional”.


    Alternativa D: Segundo Alfredo Filellini, a política de estabilização “baseia-se na administração da demanda agregada, através dos meios da tributação e gastos. Adota, como princípios gerais, que os gastos públicos, de qualquer natureza, aumentam a demanda agregada, enquanto a arrecadação a reduz, em montantes determinados pelo efeito multiplicador”.


    Melhor seria esclarecer que a política ou a função estabilizadora do Estado pode adotar instrumentos fiscais e instrumentos monetários. Os instrumentos fiscais compreendem a administração da demanda agregada (Gastos e Tributação). Os instrumentos monetários compreendem a administração de variáveis como taxa de juros, taxas de redesconto, depósitos compulsórios dos bancos no Banco Central, etc.


    Alternativa E: Segundo Alfredo Filellini, a política alocativa interfere diretamente na divisão do produto entre consumo e acumulação.


    02. (ESAF/AFC/CGU/2000) Os bens econômicos podem ser classificados em bens públicos e bens privados. Sobre a natureza dos bens econômicos, afirma-se que:


    a) bens privados são divisíveis e não sujeitos ao princípio da exclusão
    b) bens públicos são indivisíveis e sujeitos ao princípio da exclusão
    c) bens meritórios são divisíveis ou indivisíveis e não sujeitos ao princípio da exclusão
    d) a soberania do consumidor não é preservada nos bens privados, nem nos bens públicos.
    e) os bens demeritórios têm seu consumo inibido pela imposição de pesados impostos ou pela proibição direta.


    Gabarito: Letra E


    Comentários:


    Alternativa A: Os bens típicos de mercado são aqueles cujo consumo é individual, rival e sujeitos ao princípio da exclusão. Fala-se que um bem é de consumo individual ou divisível, quando particularizado por ajustes e preferências diversificadas. Quando o consumo for coletivo, não há ajustes às preferências de cada um, mas a média delas (Alfredo Filellini).

    Consumo rival é quando o consumo por um indivíduo não diminui a quantidade disponível para o consumo de outros consumidores.

    O princípio da exclusão aplica-se aqueles bens que podem ser excluídos do consumo de quem não puder ou não quiser pagar.


    Alternativa B: Os bens públicos puros são aqueles cujo consumo é coletivo, não rival e não sujeitos ao princípio da exclusão.


    Alternativa C: Bens meritórios ou quase-públicos são aqueles em que promovem elevadas externalidades positivas, tais como saúde e educação, ainda que sujeitos ao princípio da exclusão. Podem ser de consumo divisível ou indivisível.

     

    Alternativa D: Nos bens privados, predomina a soberania do consumidor.

    Alternativa E: Os bens demeritórios são aqueles como fumo, drogas, bebidas alcóolicas, que tem o seu consumo inibido (por meio de elevada tributação, por exemplo) ou proibido pelo Estado.

     

    03. (ESAF/AFC/CGU/2001) No tocante ao papel do Estado na atividade econômica, diz-se que o setor público deve cumprir, fundamentalmente, as três seguintes funções:

     

    a) distributiva, fiscalizadora e alocativa.

    b) distributiva, fiscalizadora e estabilizadora.

    c) distributiva, alocativa e estabilizadora.

    d) fiscalizadora, alocativa e estabilizadora.

    e) fiscalizadora, normativa e estabilizadora.


    Gabarito: Letra C

     

    Comentários:

     

    É de Richard Abel Musgrave (1959, "Voluntary Exchange Theory of  Public Finance") a divisão das funções do estado na economia em alocativa, distributiva e estabilizadora.


    04. (ESAF/AFC/CGU/2002) De acordo com a Teoria das Finanças Públicas, assinale a única opção incorreta.


    a) Os bens públicos são aqueles cujo consumo ou uso é indivisível ou “não-rival”.

    b) O sistema de mercado só funciona adequadamente quando o princípio da “exclusão” no consumo pode ser aplicado.

    c) No caso de ocorrência de monopólio natural, a intervenção do governo se dá pela regulação de tal monopólio ou pela responsabilidade direta da produção do bem ou serviço referente ao setor caracterizado pelo monopólio natural.

    d) A existência de externalidades justifica a intervenção do Estado.

    e) A crescente complexidade dos sistemas econômicos no mundo como um todo tem levado a uma redução da atuação do Governo.


    Gabarito: Letra E

     

    Comentários:


    Alternativa A: Correto


    Alternativa B: Se o bem não estiver sujeito ao princípio da exclusão, os seus consumidores tenderão a não pagar, pois os produtores ou fornecedores não poderão excluí-los dos benefícios daquele bem ou serviço. Este comportamento é denominado de CARONA ou FREE RIDER.


    Alternativa C: A intervenção do estado se justifica nas chamadas Falhas de Mercado, que, segundo Fábio Giambiagi e Ana Cláudia Além (in Finanças Públicas – Teoria e Prática no Brasil, 2a. ed., Campus, Rio de Janeiro, 2000) são:


    A existência de bens públicos;

    A existência de monopólios naturais;

    As externalidades;

    Os mercados incompletos;

    As falhas de informação – Mercados Assimétricos;

    A ocorrência de desemprego e inflação.


    Alternativa D: Conforme alternativa anterior, as externalidades constitui uma falha de mercado, justificando, portanto, a atuação do estado.


    Alternativa E: A crescente complexidade dos sistemas econômicos tem levado o Estado a adotar uma postura reguladora e fomentadora, afastando-se da produção direta.Isto não quer dizer que o peso do Estado na economia tem reduzido, haja vista a crescente carga tributária ao longo do tempo.


    05. (ESAF/AFC/CGU/2004) Com base na Teoria das Finanças Públicas, assinale a única opção falsa:


    a) Um bem público puro é caracterizado por ter seu consumo não rival e não excludente.
    b) Bens privados são aqueles cujo consumo é tanto rival quando excludente e são providos eficientemente em mercados competitivos.

    c) A exclusão permite que o produtor do bem privado possa ser pago sempre que um consumidor fizer uso do mesmo.

    d) Um exemplo de bem público puro é a segurança nacional.

    e) Há rivalidade no consumo de um bem se o consumidor desse bem por parte de uma pessoa aumenta a disponibilidade do mesmo para as outras.


    Gabarito: Letra E

     

    Comentários:


    A rivalidade no consumo importa que o consumo deste bem por um indivíduo diminua a disponibilidade do mesmo para outras pessoas.


    06. (ESAF/AFC/CGU/2004) Para atingir os objetivos de política econômica, o governo dispõe de um conjunto de instrumentos. Entre eles estão a política fiscal, monetária e cambial.


    a) A política cambial corresponde a ações do governo que atingem diretamente as transações internacionais do país.

    b) A política fiscal pode ser dividida em política tributária e política de gastos públicos.

    c) Para controlar as condições de crédito, o governo utiliza da política monetária.

    d) Quando o governo aumenta seus gastos, diz-se que a política monetária é expansionista e, caso contrário, é contracionista.

    e) Por meio da política cambial, o governo pode atuar no mercado de divisas de diversos países.


    Gabarito: Letra E

     

    Comentários:

     

    Por meio da política cambial, o governo não atua no mercado de divisas dos outros países.

     

     

     

    03 September

    Questões de Orçamento Público - Concursos Públicos

     

     

    01. (Analista – NCE/UFRJ – Iphan/2005) Os princípios orçamentários são premissas e linhas norteadoras de ação a serem observadas na concepção da proposta de orçamento. O princípio que pressupõe que o governo não absorva da coletividade mais do que o necessário para o financiamento das atividades a seu cargo, condicionando-se a realização de dispêndios à capacidade efetiva de obtenção dos ingressos capazes de financia-los, é o princípio:  

    a) da clareza;

    b) do equilíbrio;

    c) da universalidade;

    d) da não-afetação;

    e) da não-vinculação.

     

    02. (Cesgranrio – ANP – Analista Administrativo – 2005) Segundo o art. 2º da Lei nº 4.320/1964, o orçamento público obedece aos princípios de:

     

    a) unidade, universalidade e anualidade;

    b) previsão, lançamento e recolhimento;

    c) legalidade, aplicabilidade e formalidade;

    d) equilíbrio, autenticidade e pertinência;

    e) conversibilidade, funcionalidade e operacionalidade.

     

    03. (CESPE/Unb – ANS – Analista Administrativo/2005) A Administração Pública utiliza instrumentos legais, tais como o Plano Plurianual, as diretrizes orçamentárias, o orçamento e os créditos adicionais, para realizar as suas atividades. No processo de elaboração, aprovação, acompanhamento e fiscalização dos instrumentos referenciados, utilizam-se métodos, técnicas e princípios orçamentários. A respeito desse assunto, julgue o item seguinte.

     

    à O princípio do equilíbrio considera que nenhuma parcela da receita pode ser reservada ou comprometida para atender determinado gasto que não esteja definido em lei específica. (Falso).

     

    04. (Auditor do Estado do Mato Grosso – NCE/UFRJ – AGE/2004) O princípio orçamentário que veda a presença de dispositivo estranho à fixação das despesas e previsão das receitas na lei de meios, ressalvada a autorização para a abertura de crédito, ainda que por antecipação de receita, é denominado:

     

    a) especificação;

    b) exclusividade;

    c) unidade;

    d) universalidade;

    e) uniformidade.

     

    05. (Auditor do Estado do Mato Grosso – NCE/UFRJ – AGE/2004) No que se refere ao Orçamento Público, o princípio que estabelece que todas as receitas e despesas devem estar contidas em uma só lei orçamentária, é denominado princípio:

     

    a) da unidade;

    b) do equilíbrio;

    c) da precedência;

    d) da exclusividade;

    e) da universalidade.

     

    06. (Auditor do Estado do Mato Grosso – NCE/UFRJ – AGE/2004) O princípio em função do qual a Despesa Pública deve atender ao custeio dos gastos necessários ao funcionamento dos organismos de Estado, bem como dos serviços públicos, objetivando o atendimento da coletividade, é denominado princípio da:

     

    a) legalidade;

    b) utilidade;

    c) legitimidade;

    d) oportunidade;

    e) economicidade.

     

    07. (Contador – NCE/UFRJ/2004) A inclusão de dispositivo na Lei de Orçamento de determinado Município, instituindo nova taxa municipal, fere o princípio orçamentário da (o);

     

    a) anualidade;

    b) exclusividade;

    c) anterioridade;

    d) unidade;

    e) equilíbrio orçamentário.

     

    08. (Contador – NCE/UFRJ – UFRJ/2004) Conforme Prestação de Contas elaborada pelo Município de Mikonos, verificou-se que os gastos com ensino corresponderam a 26,27%da receita de impostos, compreendida a proveniente de transferências. Com relação a tal informação, é correto afirmar que:

     

    a) tal vinculação de recursos constitui-se em exceção ao princípio da não-vinculação de receita;

    b) em face da exigência constitucional de aplicação no ensino, tais gastos podem ser excluídos do orçamento;

    c) para efeito de cálculo da obediência ao dispositivo constitucional, consideram-se valores orçados;

    d) a Constituição Federal prevê limite de gastos máximos de 25% da receita de impostos, havendo, portanto, desrespeito ao dispositivo vigente;

    e) a Lei Complementar nº 101/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal) exige que tais gastos sejam efetivados através de créditos especiais.

     

    09. (TCU/2002) Assinale a opção correta referente à aplicação dos princípios orçamentários.

     

    a) De acordo com o princípio da unidade, os orçamentos das três esferas da Administração deverão ser unificados em um orçamento anual.

    b) Em consonância com o princípio do orçamento bruto, as transferências do âmbito interno de cada esfera da administração se anulam.

    c) A existência da conta única encontra respaldo no princípio da unidade de caixa.

    d) A destinação dos recursos das taxas para o custeio de serviços específicos contraria o princípio da não-afetação de receitas.

    e) A adoção do princípio da exclusividade condiciona a criação ou aumento de impostos à sua inclusão no orçamento.

     

    10. (Analista Judiciário – NCE/UFRJ – TER/RJ-2001) “A lei orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa, não se incluindo na proibição a autorização para abertura de créditos suplementares e contratação de operações de crédito, ainda que por antecipação de receita orçamentária (ARO), nos termos da lei (...)” – CF, art. 165, § 8º. Este preceito corresponde ao princípio orçamentário denominado:

     

    a) uniformidade;

    b) especificação;

    c) universalidade;

    d) exclusividade;

    e) unidade.

     

    11. (Analista Judiciário – NCE/UFRJ – TER/RJ-2001) Destinar parcela da receita de impostos para atender a despesa com o pagamento de pessoal fere o princípio orçamentário:

     

    a) da não-afetação da receita;

    b) da legalidade da tributação;

    c) da vinculação;

    d) da exclusividade;

    e) da legitimidade.

     

    12. (Analista Judiciário – TRF 4ª REGIÃO/2001) Constitui/ constituem exceção ao princípio da anualidade (periodicidade):

     

    a) os créditos especiais e extraordinários abetos nos últimos quatro meses;

    b) a inscrição em restos a pagar processados;

    c) a inscrição em restos a pagar não-processados;

    d) a inscrição do serviço da dívida a pagar;

    e) a utilização do superávit financeiro do exercício anterior.

     

    Dinheiro

     

    Questões de Orçamento Público - Concursos Públicos

     

     

     

    01. (Analista Judiciário – FCC – TRF 4ª Região/2006) O princípio da anualidade (periodicidade) estabelece que as autorizações orçamentárias e, conseqüentemente, o exercício financeiro no Brasil deve corresponder a doze meses e coincidir com ao ano civil. Contudo, constitui exceção ao princípio mencionado:

       

    a) o processo dos fundos especiais;

    b) os restos a pagar não-processados;

    c) a autorização para os créditos reabertos;

    d) as receitas vinculadas;

    e) o processamento das despesas orçamentárias de exercícios anteriores.

     

    02. (Analista Judiciário – FCC – TRF 1ª Região/2006) Segundo a Lei nº 4.320/1964, o exercício financeiro abrange o período:

     

    a) contábil de execução do orçamento;

    b) coincidente com o ano civil;

    c) subseqüente à promulgação da Lei de Orçamento Anual;

    d) determinado pelo início da arrecadação;

    e) coincidente com o exercício fiscal.

     

    03. (Auditor – FCC – TCM/CE/2006) O princípio que estabelece que todas as receitas e despesas do ente público devem constar na elaboração do orçamento é denominado princípio da:

     

    a) unidade.

    b) exclusividade.

    c) universalidade.

    d) não afetação.

    e) especificação.

     

    04. (Analista Judiciário – FCC – TRT/2006) Em relação ao princípio orçamentário da universalidade, é correto afirmar que:

     

    a) em regra, não se inclui na lei de orçamento, normas estranhas à previsão da receita e à fixação de despesa;

    b) cada orçamento deve se ajustar a um método único não querendo dizer que deva compreender todas as receitas e despesas numa única peça;

    c) o orçamento inclui todas as receitas e despesas, quer da administração direta, quer da administração indireta;

    d) o orçamento deve ser expresso de forma clara, ordenada e completa, e manter o equilíbrio, do ponto de vista financeiro, entre os valores de receita;

    e) o orçamento inclui somente as receitas e despesas da Administração direta.

     

    05. (Analista Judiciário – NCE/UFRJ – Finep/2006) Nos dispositivos referentes à Lei Orçamentária Anual na Constituição Federal de 1988, há previsão de que ela:

     

    a) compreenderá obrigatoriamente as receitas e despesas relativas a todos os Poderes, excluídos os órgãos que recebam apenas subvenções;

    b) não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa;

    c) deverá ser composta exclusivamente pelos orçamentos fiscal e da seguridade social;

    d) poderá sofre emendas, desde que se refiram às dotações de pessoal;

    e) o orçamento inclui somente as receitas e despesas da Administração direta.

     

    06. (Administrador – NCE/UFRJ – Arquivo Nacional/2006) O princípio orçamentário que, na Administração Pública, preconiza que o governo não absorva da coletividade mais que o necessário para o financiamento das atividades a seu cargo é o:

     

    a) da clareza;

    b) do equilíbrio;

    c) da anualidade;

    d) da publicidade;

    e) da universalidade.

     

    07. (Administrador – NCE/UFRJ) – Arquivo Nacional/2006) Na Administração Pública, o princípio orçamentário preconiza que, em sua expressão mais ampla, cada pessoa jurídica de direito público, cada esfera da Administração Pública deveria dispor de um orçamento que contivesse suas receitas e despesas, é o princípio da:

     

    a) clareza;

    b) unidade;

    c) totalidade;

    d) anualidade;

    e) publicidade.

     

    08. (Administrador – NCE/UFRJ- MIN/2005) O princípio constitucional da Administração Pública, que consiste no acesso difuso do público às informações relativas às atividades de Estado (fatos, atos, contratos, nomes, decisões e informações em geral), é o princípio da:

     

    a) eficiência;

    b) legalidade;

    c) moralidade;

    d) publicidade;

    e) impessoalidade.

     

    09. (Administrador – NCE/UFRJ – MIN/2005) Os princípios orçamentários são premissas e linhas norteadoras de ação a serem observadas na concepção da proposta de orçamento. O princípio que pressupõe que o orçamento (uno) deve compreender todas as receitas e todas as despesas é o princípio:

     

    a) da clareza;

    b) do equilíbrio;

    c) da não-afetação;

    d) da universalidade;

    e) da não-vinculação.

     

    10. (Administrador – NCE/UFRJ – MIN/2005) Os princípios orçamentários são premissas e linhas norteadoras de ação, a serem observadas na concepção da proposta de orçamento. O princípio que preconiza a identificação de cada rubrica de receita e despesa, de forma que não figurem de forma englobada, é o princípio:

     

    a) da clareza;

    b) do equilíbrio;

    c) da não-afetação;

    d) da especialização;

    e) da não-vinculação.

     

    Dinheiro

     

    16 April

    Questões de Orçamento Público - Concursos Públicos

     
     
    01. No Ativo Compensado do Balanço Patrimonial, são demonstrados os valores:

    a) Realizável a Longo Prazo.

    b) Das obrigações registradas que direta ou indiretamente possam afetar o Patrimônio.

    c) Dos Bens Móveis e Imóveis.

    d) Dos direitos registrados, que direta ou indiretamente possam afetar o Patrimônio.

    e) Das Receitas e Despesas Pendentes.

    Gabarito: Letra D

    02. As demonstrações financeiras podem ser analisadas através de índices e se dividem em:

    a) Atividade, Encerramento, Ponderado e de Lucratividade.

    b) Endividamento, Temporal. Ponderado e Liquidez.

    c) Liquidez, Endividamento, Lucratividade e Atividade.

    d) Lucratividade, Liquidez, Temporal e Atividade.

    e) As alternativas B e D estão corretas.

    Gabarito: Letra C

    03. Fazem parte de um Sistema Orçamentário Empresarial:

    a) Orçamento de Empréstimos, Orçamento de Caixa, Orçamento de Resultados, Orçamento Extraorçamentário e Orçamento Operacional.

    b) Orçamento de Resultados, Orçamento Operacional, Orçamento Agregado e Orçamento de Investimentos.

    c) Orçamento Extra-orçamentário, Orçamento Financeiro, Orçamento de Empréstimos, Orçamento de Resultados e Orçamento Operacional.

    d) Orçamento de Resultados, Orçamento Financeiro, Orçamento de Investimentos, Orçamento de Empréstimos e Orçamento Agregado.

    e) Orçamento de Investimentos, Orçamento Operacional, Orçamento de Resultados e Orçamento de Caixa.

    Gabarito: Letra E

    04. Constituem peças orçamentárias do Orçamento Operacional de uma empresa:

    a) Previsão de Mão de Obra e Previsão de Custos.

    b) Previsão de Despesas com Vendas e Depreciação.

    c) Previsão de Vendas e Orçamento de Produção.

    d) Orçamento de Produção e Previsão de Matéria Prima.

    e) Previsão de Depreciação e Previsão de Vendas.

    Gabarito: Letra C

    05. Os fatores básicos em que se baseiam os Custos de Capital para uma empresa são:

    a) grau de risco, o Imposto de Renda a ser pago e a oferta e demanda de financiamentos.

    b) grau de endividamento, análise de dividendos e grau de risco.

    c) grau de risco, análise da oferta e da procura e risco do Imposto de Renda.

    d) análise do Imposto de Renda já recolhido, grau de risco e análise de financiamentos.

    e) análise de financiamentos, análise de oferta e procura e grau de endividamento.

    Gabarito: Letra A

    06. A taxa de retorno que a empresa precisa obter sobre os seus projetos de investimentos, para manter o valor de mercado de suas ações, denomina-se:

    a) Risco Operacional.

    b) Custo de Capital.

    c) Risco Financeiro.

    d) Custo de Risco.

    e) As alternativas B e D estão corretas.

    Gabarito: Letra B

    07. Podemos afirmar que o lucro obtido pela empresa em cada exercício social representa:

    a) o resultado dos custos financeiros pagos pela empresa em relação à sua receita operacional.

    b) a remuneração do Capital de Terceiros da empresa.

    c) o resultado da diferença entre a Receita Operacional e os Investimentos da Empresa.

    d) a remuneração do Patrimônio Líquido da Empresa.

    e) a remuneração do investimento dos proprietários da empresa.

    Gabarito: Letra E

    08. São informações importantes que devem constar de um Relatório de Análise de Balanço da empresa:

    a) desempenho, adequação das fontes à aplicação de recursos, plano de investimentos, comparativo das receitas dos 3 últimos exercícios e evidência de erros na administração.

    b) situação econômica, situação financeira, desempenho, eficiência na utilização dos recursos, tendenciais e perspectivas.

    c) situação financeira, situação econômica, demonstrativo das aplicações financeiras, plano de investimentos da empresa e relação dos funcionários admitidos.

    d) avaliação de alternativas econômico-financeiras futuras, situação econômico-financeira, relação dos diretores e suas respectivas funções, projetos para ampliação do Capital Social da empresa, relação dos bens patrimoniais da empresa.

    e) relação do lucro e/ou prejuízo dos 3 últimos exercícios, situação patrimonial da empresa, situação econômica e situação financeira.

    Gabarito: Letra B

    09. Dentre os vários princípios orçamentários, temos o de Exclusividade, que consiste em:

    a) considerar no Orçamento seu conteúdo e forma de programação.

    b) considerar no Orçamento uma única política orçamentária.

    c) considerar no Orçamento todos os programas de cada órgão.

    d) considerar no Orçamento somente matérias pertinentes à previsão de receita e fixação de despesas.

    e) considerar no Orçamento as despesas por Unidades Administrativas.

    Gabarito: Letra D

    10. São consideradas etapas do ciclo orçamentário:

    a) programação, aprovação e mensuração dos dados estatísticos.

    b) recolhimento das Receitas e pagamento das Despesas Públicas.

    c) execução, empenhamento e pagamento das despesas.

    d) empenhamento, execução, avaliação.

    e) elaboração, estudo e aprovação, execução e avaliação.

    Gabarito: Letra E

    11.  Podemos dizer que o caso mais comum de relação custo/volume/lucro, na hipótese de certeza quanto aos valores de custos e receitas, recai na empresa industrial que:

    a) produz apenas um produto e tem restrições de capacidade e de mercado.

    b) produz mais de um produto e tem várias restrições de capacidade ou de mercado, ou mais provavelmente ambas.

    c) produz mais de um produto e não possui restrições nem de mercado, nem de capacidade.

    d) produz apenas um produto e não tem qualquer tipo de restrições.

    e) as alternativas A e C estão corretas.

    Gabarito: Letra B

    12. No mundo dos negócios, podemos afirmar que nada existe de certo ou concreto. O analista de custos deverá estar acostumado com esta realidade e afirmar que “o mais possível é”, pois está trabalhando com incertezas que podem ser consideradas em vários níveis de complexidade, como:

    a) incertezas quanto aos custos e despesas, preço de aquisição de matéria prima e preço de vendas.

    b) preço de compras, preço de demanda e estoques futuros.

    c) incerteza quanto ao volume de compras, custos e despesas e preço de vendas.

    d) incerteza quanto ao estoque inicial, volume de compras, estoque final e, conseqüentemente, preços de vendas.

    e) incertezas quanto ao volume de vendas, preço de vendas e custos e despesas.

    Gabarito: Letra E

    13. É importante observar que, para a análise de custo/volume/lucro, a classificação dos custos fixos e variáveis leva em consideração:

    a) volume de atividades necessárias à produção, o valor total dos custos com vários itens e o período de tempo considerado.

    b) o período de tempo considerado, o valor de custos com mais de um item nessa unidade de tempo e a relação das atividades necessárias à produção.

    c) a unidade de tempo, o valor total dos custos com um item nessa unidade de tempo e o volume de atividades.

    d) a unidade de tempo, o valor total dos custos com vários itens nessa unidade de tempo e o volume de atividades necessárias à produção.

    e) valor total dos custos com apenas um item nessa unidade de tempo, o período de tempo necessário à elaboração do produto e o volume de atividades repetitivas no custo primário do processo produtivo.

    Gabarito: Letra C

    14. Três sócios formaram uma sociedade. O primeiro entrou com R$ 12.000,00; o segundo e o terceiro com R$ 48.000,00, permanecendo o primeiro durante 6 meses, o segundo, 8 meses e o terceiro durante 10 meses. Calcular o lucro de cada um, sabendo-se que houve no total um lucro no montante de  R$ 39.000,00.

    a) R$ 3.636,12; R$ 12.356,17; R$ 21.636,46.

    b) R$ 4.578,19; R$ 11.921,80; R$ 12.459,00.

    c) R$ 17.683,00; R$ 3.956,00; R$ 18.956,18.

    d) R$ 3445,35; R$ 11.118,18; R$ 26.336,26.

    e) R$ 3.545,45; R$ 11.818,18; R$ 23.636,36.

    Gabarito: Letra E

    15. Calcular o Capital que em 3 anos e 6 meses rendeu, à taxa de 10% a.a., o montante de R$ 7.350,00.

    a) R$ 21.000,00.

    b) R$ 15.680,00.

    c) R$ 17.685,33.

    d) R$ 19.650,00.

    e) R$ 23.500,00.

    Gabarito: Letra A

    16. Descontou-se um título de R$ 30.000,00 à taxa de 1% a.m., tendo apresentado o líquido de R$ 27.600,00. Calcular o tempo.

    a) 245 dias.

    b) 16 meses.

    c) 9 meses e 5 dias.

    d) 8 meses.

    e) 7 meses.

    Gabarito: Letra D

    17. Num estabelecimento comercial, as mercadorias eram vendidas com um acréscimo de 20% sobre o preço de custo. Calcular o preço de custo de uma mercadoria que foi vendida por  R$ 300,00.

    a) R$ 230,00.

    b) R$ 260,00.

    c) R$ 250,00.

    d) R$ 280,00.

    e) R$ 240,00.

    Gabarito: Letra C

    18. Uma pessoa coloca R$ 5.000,00 a 8%; R$ 8.000,00 a 9% e R$ 15.000,00 a 5%. Calcular a taxa média do investimento.

    a) 8,35%.

    b) 6,68%.

    c) 7,15%.

    d) 5,23%.

    e) 5,76%.

    Gabarito: Letra B

    19. Calcular o valor da prestação mensal para amortizar, com 12 parcelas um empréstimo de R$ 60.000,00, com juros de 2% a.m.

    a) R$ 8.658,17.

    b) R$ 5.673,57.

    c) R$ 4.678,23.

    d) R$ 7.986,45.

    e) R$ 6.445,60.

    Gabarito: Letra B

    20. Possuo um débito de R$ 110.000,00 para pagamento daqui a 25 dias. O dinheiro custa 18% a.m.

    Calcular o valor do débito de hoje:

    a) R$ 96.282,12.

    b) R$ 94.651,10.

    c) R$ 95.343,22.

    d) R$ 96.518,17.

    e) R$ 95.828,22.

    Gabarito: Letra E

    21. A Taxa Interna de Retorno (TIR) é conhecida também como taxa de desconto do fluxo de caixa. É correto afirmar que:

    a)    em um fluxo de caixa formado por várias entradas e por várias saídas, a TIR poderá ser múltipla;

    b)       em um fluxo de caixa formado por uma única entrada e várias saídas, existem várias taxas internas de retorno que igualam a zero o Valor Presente Líquido;

    c)        em um fluxo de caixa formado por uma única entrada e várias saídas, a TIR equivale à Taxa Mínima de Atratividade;

    d)       em um fluxo de caixa existe somente uma única TIR que torna o Valor Presente Líquido maior que zero;

    e)        a TIR é uma taxa que, se aplicada a um fluxo de caixa, torna o valor total das entradas maior que o valor total das saídas.

    Gabarito: Letra A

    22. Uma das características descritivas mais importantes de uma distribuição é a sua dispersão, usualmente quantificada pela estatística denominada desvio padrão. O teste F se presta a comparar a dispersão de duas populações:

           a) podendo ser uma com distribuição normal e outra não-normal;

    b)  e gera bons resultados inclusive quando se consideram duas distribuições não-normais;

    c)       e no caso de grandes amostras, os tipos de distribuições tornam-se quase que irrelevantes;

    d)       quando um valor elevado para F significa que as dispersões populacionais não-normais são elevadas;

    e)       sendo adequado à comparação de duas populações normais.

    Gabarito: Letra E

    Questões de Orçamento Público - Concursos Públicos

     
     
    01. Numa Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos:

    a) o aumento do Exigível a Longo Prazo é uma aplicação.

    b) o encargo de depreciação é uma origem.

    c) a realização do Capital é uma aplicação.

    d) o aumento do Ativo Diferido é uma origem.

    e) a contribuição do subscritor de ações que ultrapassar o valor nominal é uma aplicação.

    Gabarito: Letra B

    2. Uma estrutura ótima de Capital da empresa, resulta:

    a) do equilíbrio dos custos e benefícios dos empréstimos, para minimizar o seu custo médio ponderado de capital.

    b) do equilíbrio dos custos e investimentos, para minimizar o seu custo médio ponderado de capital.

    c) do equilíbrio dos Custos Variáveis e Fixos para minimizar o seu custo médio ponderado de capital.

    d) da maximização da riqueza dos acionistas e empréstimos contraídos para minimizar o seu custo médio ponderado de capital.

    e) da minimização da riqueza dos acionistas e dos benefícios dos empréstimos contraídos para minimizar o seu custo médio ponderado de capital.

    Gabarito: Letra A

    03. A taxa de retorno sobre investimentos obtém-se através de:

    a) divisão do Patrimônio Líquido pelo Investimento.

    b) multiplicação do lucro pelo Investimento.

    c) divisão do lucro pelo Investimento.

    d) multiplicação do Patrimônio Líquido pelo Investimento.

    e) divisão dos empréstimos contraídos pelo Investimento.

    Gabarito: Letra C

    04. Constituem Contas do Realizável a Longo Prazo, de acordo com a Lei das S/A;

    a) Adiantamentos, Duplicatas a Receber e Marcas e Patentes.

    b) Imposto a Recuperar, Conta Corrente e Instalação.

    c) Depósito Compulsório, Juros a Vencer e Despesas Antecipadas.

    d) Estoques, Bancos e Móveis e Utensílios.

    e) Títulos da Dívida Pública, Estoques e Títulos a Receber.

    Gabarito: Letra E

    05. Assinale a alternativa que corresponde à aquisição de um caminhão a prazo, que provocou mudanças no somatório do Balanço Patrimonial:

    a) aumenta o Ativo e diminui o Passivo.

    b) permanece inalterado a soma do Ativo e do Passivo.

    c) aumento do Passivo e aumento do Ativo.

    d) diminui Ativo e Diminui Passivo.

    e) as alternativas B e C estão erradas.

    Gabarito: Letra C

    06. Um aumento do Capital Social de empresa, mediante aproveitamento de créditos dos sócios em Conta

    Corrente, provoca:

    a) aumento do Ativo e diminuição do Passivo.

    b) aumento do Ativo e aumento do Patrimônio Líquido.

    c) diminuição do Passivo e aumento do Patrimônio Líquido.

    d) diminuição do Ativo e aumento do Passivo Líquido.

    e) as alternativas B e C estão corretas.

    Gabarito: Letra D

    07. A legislação específica, em vigor, determina que o Balanço Patrimonial seja um demonstrativo contábil disposto da seguinte forma:

    a) Conjunto de Contas disposto em blocos, que representa a posição dinâmica do Patrimônio.

    b) Conjunto de Contas dispostas em subgrupos, em grupos (conjunto de subgrupos) e em blocos (conjunto de grupos).

    c) Conjunto de Contas agrupadas, que demonstra o resultado do exercício futuro.

    d) Conjunto de Contas em grupos, de forma a demonstrar que as alterações quantitativas afetam o

    Patrimônio Líquido.

    e) Conjunto de Contas agrupadas em blocos, demonstrando a situação financeira da empresa.

    Gabarito: Letra B

    08. Assinale a alternativa incorreta:

    a) Patrimônio Líquido é alterado pelos fatos contábeis qualitativos.

    b) Os gastos administrativos afetam o Patrimônio.

    c) As Contas de Resultado dividem-se em Receitas e Despesas.

    d) Os regimes básicos de escrituração na Contabilidade são de Competência e Caixa.

    e) As alternativas A e B estão incorretas.

    Gabarito: Letra A

    09. O Relatório Financeiro de uma empresa deve conter:

    a) Balanço Financeiro e Balanço Industrial.

    b) TURN OVER do Exercício e Demonstrações Financeiras.

    c) Balanço Patrimonial e Resultado de Conta Mercadorias.

    d) Demonstrativo de Conta Corrente dos sócios e Balanço Patrimonial.

    e) Demonstrações Financeiras e Balanço Patrimonial.

    Gabarito: Letra E

    10. A empresa possui 2 tipos de Capital: de Terceiros e Próprios, que se classificam, respectivamente, no

    Balanço Patrimonial:

    a) Patrimônio Líquido e Exigível a Curto Prazo.

    b) Patrimônio Líquido e Exigível a Longo Prazo.

    c) Realizável a Longo Prazo e Exigível a Longo Prazo.

    d) Exigível a Longo Prazo e Realizável a Longo Prazo.

    e) Exigível a Longo Prazo e Patrimônio Líquido.

    Gabarito: Letra E

    Questões de Orçamento Público - Concursos Públicos

     
     
    01. O Orçamento Público é também conhecido como:

    a) Lei de Meios.

    b) Projeto de Lei Orçamentária.

    c) Lei de Isonomia Orçamentária.

    d) Lei Doutrinária.

    e) Lei de Responsabilidade Fiscal.

    Gabarito: Letra A

    02.  Na avaliação do Planejamento Orçamentário, espera-se:

    a) que a execução orçamentária tenha ocorrido conforme prevista na Lei Orçamentária.

    b) que a execução orçamentária demonstre, ao final do exercício financeiro, a ocorrência do lucro esperado.

    c) que a execução orçamentária demonstre, ao termino do exercício, um aumento do Patrimônio Líquido/Capital Social.

    d) que a execução orçamentária ocorrida no exercício demonstre a variação patrimonial.

    e) as alternativas C e D estão corretas.

    Gabarito: Letra A

    03. Quando do Planejamento Orçamentário anual, inclui-se dotação global não especificamente destinada a determinado programa em unidade orçamentária, cujos recursos serão utilizados como fonte compensatória para abertura de créditos suplementares. Essa dotação global, de conformidade com o Decreto Lei nº 900/69, ocorrerá com o título:

    a) Reserva para Investimentos.

    b) Reserva Legal Extra-orçamentária.

    c) Reserva Compensatória.

    d) Reserva de Contingência.

    e) Reserva Compulsória.

    Gabarito: Letra D

    04. O Orçamento Público é sempre:

    a) Decreto Orçamentário.

    b) Projeto de Lei Orçamentária.

    c) Projeto de Lei Ordinária.

    d) Lei Orçamentária.

    e) As alternativas c e d estão corretas.

    Gabarito: Letra D

    05. Podemos dizer que o Custo de Capital corresponde à:

    a) média aritmética das taxas de custo das diversas fontes de financiamento a longo prazo.

    b) média ponderada das taxas de investimentos a curto prazo que compõem a estrutura de capitais de terceiros da empresa.

    c) média ponderada das taxas de custo das diversas fontes de financiamento a longo prazo.

    d) média aritmética das taxas de investimentos a curto prazo que compõem a estrutura de capitais de terceiros da empresa.

    e) mediana das taxas de investimentos a curto prazo, que compõem a estrutura de capitais de terceiros da empresa.

    Gabarito: Letra C

    06. Os investimentos em Ativos fixos da empresa devem ser financiados com recursos permanentes que integram a estrutura de capital, formado:

    a) pelos empréstimos contraídos a curto prazo, recursos obtidos com a venda de ações no mercado e com parte dos lucros dos acionistas.

    b) pelos recursos captados pela venda de ações de empresa, pelos empréstimos concedidos a longo prazo e pela parcela dos lucros dos acionistas não distribuídos.

    c) pelos recursos captados através da compra de ações da empresa no mercado, parcela dos lucros não distribuídos aos acionistas e empréstimos contraídos a curto prazo.

    d) pelos empréstimos contraídos a longo prazo, recursos captados através da venda de ações no mercado e com a parcela dos lucros não distribuídos aos acionistas.

    e) as alternativas A e C estão corretas.

    Gabarito: Letra E

    07. Do rol de contas abaixo discriminadas, assinalar a alternativa daquelas que não aparecem num Balanço Patrimonial:

    a) Receitas de Serviços, Salários a Pagar e Despesas Financeiras.

    b) Despesas Financeiras, Duplicatas a Receber e Receitas de Serviços.

    c) Receitas de Serviços, Despesas com Pessoal e Despesas Administrativas.

    d) Despesas com Pessoal, Salários a Pagar e Provisão para Devedores Duvidosos.

    e) Despesas Administrativas, Despesas Financeiras e Patrimônio Líquido.

    Gabarito: Letra C

    08. Numa análise financeira, o Índice de Liquidez Geral nos indica quanto a empresa possui no Ativo Circulante e Realizável a Longo Prazo, para cada R$ l,00 de dívida total. Podemos concluir que:

    a) quanto menor for o índice melhor será a situação da empresa.

    b) quanto maior for o índice, melhor será a situação da empresa.

    c) quanto maior for o índice, pior será a situação da empresa.

    d) quanto menor for o índice, pior será a situação da empresa.

    e) quanto menor for o índice, será indiferente para a situação da empresa.

    Gabarito: Letra B

    09. De conformidade com o demonstrativo das contas relacionadas, o Patrimônio Líquido totaliza:

    Capital = R$ 2.000,00

    Reserva Legal = R$ 300,00

    Reserva Estatutária = R$ 400,00

    Financiamentos = R$ 4.700,00

    Empréstimos Bancários = R$ 600,00

    Lucros Acumulados = R$ 2.500,00

    Reserva de Correção Monetária do Capital = R$ 3.500,00

    a) R$ 8.700,00.

    b) R$ 10.700,00.

    c) R$ 11.100,00.

    d) R$ 15.000,00.

    e) R$ 9.500,00.

    Gabarito: Letra A

    10. O Balanço Patrimonial de uma empresa permite verificar que houve acréscimo dos seguintes grupos de contas:

    Patrimônio Líquido = R$ 18.000,00

    Passivo Exigível a Longo Prazo = R$ 28.000,00

    Ativo Realizável a Longo Prazo = R$ 13.000,00

    Ativo Permanente = R$ 23.000,00

    Podemos afirmar que houve:

    a) aumento do Ativo Circulante.

    b) redução do Passivo Circulante.

    c) excesso de aplicações sobre as origens de recursos.

    d) redução do Capital próprio da empresa.

    e) aumento de Capital Circulante Líquido.

    Gabarito: Letra E